# continuando com os dados de caixeta.csvhead(caixeta)
local
parcela
arvore
fuste
cap
h
especie
dap
chauas
1
1
1
210
80
Myrcia sulfiflora
66.84508
chauas
1
3
1
170
80
Myrcia sulfiflora
54.11268
chauas
1
4
1
720
70
Syagrus romanzoffianus
229.18312
chauas
1
5
1
200
80
Tabebuia cassinoides
63.66198
chauas
1
6
1
750
170
indet.1
238.73241
chauas
1
7
1
320
80
Myrcia sulfiflora
101.85916
# tem a coluna especie# podemos resumir quantos individuos tem de cada espécie (considerando que cada linha é um individuo)table(caixeta$especie)
Alchornea triplinervia
Andira fraxinifolia
bombacaceae
Cabralea canjerana
Callophyllum brasiliensis
Calophyllum brasiliensis
Cecropia sp
Coussapoa macrocarpa
Coussapoa micropoda
Cryptocaria moschata
Cyathea sp
Eugenia oblongata
eugenia3
fabaceae1
Ficus sp
Gomidesia sp
Ilex durosa
Ilex sp
indet.1
indet.2
indet.3
Inga sp
Jacaranda puberula
jussara
Matayba sp
Mela 1
Mela 2
Myrcia sulfiflora
Myrtaceae 3
myrtaceae1
myrtaceae2
myrtaceae4
Pera glabrata
Persea sp
Pisonia sp
Psidium sp
Simplocos sp
Solanum sp1
Solanum sp2
Syagrus romanzoffianus
Tabebuia 1
Tabebuia cassinoides
Tibouchina nutticeps
15
4
1
4
7
4
1
3
9
2
2
2
1
1
2
1
8
2
1
1
1
4
2
37
1
63
2
96
3
4
1
1
1
3
2
20
2
1
1
1
10
698
2
sort(table(caixeta$especie), decreasing = T)[1:3] # quais são as tres especies mais abundantes
Tabebuia cassinoides
Myrcia sulfiflora
Mela 1
698
96
63
table(caixeta$local) # quantas localidades?
chauas
jureia
retiro
426
241
360
## Graficos de barra para representar uma tabelaop <-par(no.readonly =TRUE) # pega parametros gráficos atualpar(mar =c(10, 3, 0, 0)) # mudando as margensvv <-sort(table(caixeta$especie), decreasing = T)vv[1:5] # cinco especies mais abundantes
Tabebuia cassinoides
Myrcia sulfiflora
Mela 1
jussara
Psidium sp
698
96
63
37
20
# gráfico de barras dissobarplot(vv, cex.names =0.5)
par(las =2, mar =c(10, 5, 5, 1)) # mudando margens e orientacao dos eixosbarplot(sort(table(caixeta$especie), decreasing = T), cex.names =0.8)
# muita coisa, pegando apenas as especies mais abundantesbarplot(sort(table(caixeta$especie), decreasing = T)[1:10], cex.names =0.8)
# note como Tabebuia cassonoides é muito mais abundante que qualquer outra espécie nessas comunidadespar(op) # volta aos parametros# numero de individuos por localidadebarplot(table(caixeta$local), ylab ="Número de indivíduos")
12.2.1 Resumo de gráficos univariados
Além das funções gráficas apresentadas acima, vamos ver aqui as funções dotchart() e stripchart(), úteis para visualizar dados brutos.
# note que o único valor extremos fica super evidente# poderíamos usar a função dotchart para issodotchart(caixeta$h, ylab ="Observações", xlab ="Altura (m)")
# inversão dos eixos..# vamos corrigir o valor extremocaixeta[which(caixeta$h >300), "h"] <-48# faz um boxplot dissoboxplot(caixeta$h) # já vimos isso, mas note os pontos isolados dos boxes (caixas), esses são valores isolados, meio fora da distribuicaosummary(caixeta$h) # ve os quartis e média
Min.
1st Qu.
Median
Mean
3rd Qu.
Max.
5
60
90
89.86173
110
230
# plota a medianaabline(h =median(caixeta$h), col ="red", lwd =3)# plota todos os quartisabline(h =quantile(caixeta$h), col ="blue", lwd =2)
# ve em forma de histogramahist(caixeta$h, breaks =20)# plota os quartisabline(v =quantile(caixeta$h), col ="blue", lwd =2)
## Numa tela só boxplot, histograma, densidade e stripchartolp <-par(no.readonly =TRUE)par(mfrow =c(2, 2), mar =c(3, 3, 3, 0))boxplot(caixeta$h)hist(caixeta$h)plot(stats::density(caixeta$h))stripchart(caixeta$h, method ="stack")
par(olp) # resgata parametros graficos originais## Histograma com diferentes larguras de barraspar(mar =c(5, 4, 3, 1), mfrow =c(3, 2))hist(caixeta$h, main ="Default")hist(caixeta$h, breaks =5, main ="Cinco break-points")hist(caixeta$h, breaks =10, main ="Dez break-points")hist(caixeta$h, breaks =15, main ="Quinze break-points")hist(caixeta$h, breaks =20, main ="Vinte break-points", col ="lightblue")par(olp)